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Polícia Civil

Preso por matar colega em supermercado alega que sofre de depressão

Luiz Henrique dos Santos, 18 anos, será encaminhado para avaliação no Instituto Psiquiátrico Forense

09/11/2019 11h21Atualizado há 2 semanas
Por: Fabrício Vieira
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O crime aconteceu na noite de quinta, quando Santos atingiu Jeandro Pacheco de Lima
O crime aconteceu na noite de quinta, quando Santos atingiu Jeandro Pacheco de Lima

O funcionário do Supermercado Zaffari, na Avenida Cristóvão Colombo, no bairro Moinhos de Vento, em Porto Alegre, preso em flagrante na noite de quinta-feira (7) por matar um colega alegou sofrer de depressão e será encaminhado para avaliação no Instituto Psiquiátrico Forense. Após ficar em silêncio em depoimento na Delegacia de Polícia, Luiz Henrique dos Santos, 18 anos, falou na audiência de custódia no plantão do Foro Central nesta sexta-feira (8).

Na audiência, a defesa de Santos ainda pediu a revogação da prisão com medidas cautelares, alegando que o suspeito é réu primário e possui emprego e residência fixos. Por considerar o fato grave, a Justiça negou o pedido, justificando ser necessária para garantia da ordem pública.

O crime aconteceu na noite de quinta, quando Santos atingiu Jeandro Pacheco de Lima, 19 anos, que atuava como repositor de produtos. A faca usada no crime era uma que estava a venda no estabelecimento. As circunstâncias são desconhecidas.

O caso está sendo investigado pelo titular da 6ª Delegacia de Homicídios da Polícia Civil da Capital, Newton Martins de Souza, que responde temporariamente pela área da 2ª DP. A polícia está marcando depoimentos de testemunhas, colegas e familiares dos dois. O delegado quer saber se o desentendimento é por alguma questão recente, se ocorreu no momento do assassinato ou se é por algum motivo antigo.

Tanto o autor quanto a vítima não tinham antecedentes criminais. Também não há relatos de problemas anteriores entre os dois.

Santos foi preso por um policial civil de Pelotas que fazia compras no supermercado. O Zaffari emitiu nota lamentando o fato. A empresa afirma que está prestando assistência aos familiares e que colabora com a investigação, mas lamenta que o sistema de câmeras está passando por um processo de modernização e por isso não há imagens do homicídio para a análise da polícia. 

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