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Moradores relatam os transtornos enfrentados com a falta de energia elétrica

Vídeo do drama de quem ficou 170 horas sem energia elétrica em Herval

06/11/2019 13h11Atualizado há 2 semanas
Por: Fabrício Vieira
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'Nós perdemos muita coisa dentro do freezer, depois levamos o freezer para o genro mas, mesmo assim, muita coisa vai fora'.
'Nós perdemos muita coisa dentro do freezer, depois levamos o freezer para o genro mas, mesmo assim, muita coisa vai fora'.

Santa Maria do Herval  Um pouco antes do meio dia dessa segunda-feira, dia 4, os moradores do interior da localidade de Padre Eterno Baixo, na Estrada Baixo Padre Eterno II, respiraram aliviados após ficar uma semana sem fornecimento de energia elétrica.

Apesar do fato não ser exatamente uma novidade, devido a quantidade de vezes que os moradores ficam desabastecidos, a última semana surpreendeu. “Ficamos sem energia elétrica desde segunda-feira passada, dia 28, retornando somente um pouco antes do meio dia dessa segunda-feira, dia 4, ou seja, sete dias sem energia, praticamente 170 horas”, disse Luciano Edinger, que afirmou ter gastado perto de R$ 900 em combustível para manter os freezers da chácara onde mora funcionando, através de um gerador e, assim, não perder os alimentos que estavam armazenados.

Alguns moradores, da rua Estrada Baixo Padre Eterno II, ficaram 150 horas sem energia, enquanto que outros, chegaram a marca de 170 horas sem fornecimento.

Luciano Edinger, pedreiro: “Gastei quase R$ 900 em combustível para manter os geradores ligados e, assim, não perder os alimentos”.

Maria Londa Wingert, aposentada: “Se não forem dar um jeito de limpar a rede, logo quando der uma chuva e um vento mais forte vai acontecer o mesmo”.

Rivelino Schuck, industriário: “No sábado, a RGE recolocou os fusíveis de um poste e, o outro, há uns cinquenta metros deixaram, e continuamos sem energia até segunda”.

Irineu Wingert, aposentado: “Nós perdemos muita coisa dentro do freezer, depois levamos o freezer para o genro mas, mesmo assim, muita coisa vai fora”.

Maria Lúcia Wingert, aposentada: “Tive que ficar levando minha insulina de um ligar para o outro, pois se não ia estragar, pois precisam estar sempre no gelo”.

Ancelmo Ebling, agricultor: “Avisamos a RGE de que tinha cabos rompidos, eles vinham até um ponto mas nem ia olhar lá, parecia que estavam passeando”.

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