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MP quer mais anos de cadeia para empresário que praticava exploração sexual a seus funcionários

Ministério Público - RS
MP quer mais anos de cadeia para empresário que praticava exploração sexual a seus funcionários Foto: Reprodução / Internet

O Ministério Público (MP) ingressou com recurso de apelação na Justiça para aumentar a pena do proprietário de um supermercado localizado em São Luiz Gonzaga que foi condenado no mês de maio, por importunação e exploração sexual de sete adolescentes que trabalhavam em seu estabelecimento comercial.


O condenado, de 56 anos, está recolhido no sistema prisional, onde cumpre pena imposta pela justiça de mais de 34 anos de prisão.
Segundo o MP, o comerciante também foi responsabilizado por facilitar e recrutar a participação das vítimas em cenas pornográficas e corrupção de menor,
já que um dos jovens tinha a obrigação de cooptar outros menores de idade para trabalharem para o criminoso. Para o promotor de Justiça Sandro Loureiro Marones, a pena deveria ser de, 74 anos de reclusão, devido todos os fatos praticados.

Ainda segundo o MP, os delitos ocorreram entre janeiro e junho de 2022 e sempre mediante oferta de pagamento em dinheiro ou em produtos alimentícios às vítimas. Ao todo, foram 11 fatos criminosos envolvendo sete adolescentes, sendo um tentado e 10 consumados. A pena deve ser cumprida, inicialmente, em regime fechado.

A PRISÃO
Na tarde do dia 19 de dezembro de 2022, a Polícia Civil (PC) de São Luiz Gonzaga prendeu preventivamente o comerciante, o qual estava sendo investigado pela prática dos crimes de exploração sexual e por armazenar fotos pornográficas de crianças e adolescentes.
Durante as investigações ficou comprovado que o acusado contratava adolescentes para trabalhar em seu estabelecimento comercial e pagava aos mesmos para lhe enviarem fotos e vídeos de seus órgãos genitais, bem como para ter contatos íntimos, com alguns dos adolescentes.
O investigado também armazenava em seu telefone celular cerca de duzentas fotos de pornografia infantil, incluindo sexo explícito praticado entre crianças e adolescentes.

O então comerciante já possuía, à época, antecedentes pela prática de Crimes Contra a Liberdade Sexual. Ele já esteve preso anteriormente a essa data por crimes de natureza fiscal relacionado ao seu estabelecimento comercial.

Fontes: MP/PC/Arquivo




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